07/04/18 - Itaperuna Notícias

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quarta-feira, julho 04, 2018

PMERJ e Secretaria de Educação de Itaperuna realizam formatura dos alunos do PROERD

quarta-feira, julho 04, 2018
A Polícia Militar do 29° BPM em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Itaperuna (SEMED) realizam a formatura de 424 alunos do 5° ano do ensino fundamental de 11 escolas do município. Todos eles recebem o certificado de conclusão do curso PROERD - Programa Educacional de Resistência às Drogas referente ao primeiro semestre de 2018.  As confraternizações começaram nesta terca-feira (03/07) nas Escolas Oscar Jerônimo da Silva e Águas Claras e seguem até o dia 13.

O Programa é uma ação educativa e preventiva ao uso de drogas lícitas e ilícitas  e tem o objetivo de orientar crianças e adolescentes dos riscos que elas causam, combatendo também assim atos de violência.  As 17 lições aplicadas desenvolvem nos alunos a civilidade, autoestima, controle de tensões, além de ensinar técnicas de autocontrole e resistência às pressões dos companheiros que incentivam o uso de entorpecentes. Durante as cerimônias de formatura, todos os alunos que tiveram destaque com o trabalho de conclusão do curso, ou seja, com a redação, recebem medalhas e premiações.

"O PROERD faz a gente ser melhor na vida", disse Júlia Curcio, aluna da Escola Oscar Jerônimo da Silva. A redação de Júlia foi lida durante a cerimônia e recebeu destaque junto com outros cinco alunos da escola.

"Esse programa é muito importante para nós, crianças, que devemos saber disso desde pequeno", disse David Gabriel da Escola Águas Claras. A redação de João também recebeu destaque com mais cinco colegas.

As aulas foram coordenadas pelo subtenente Ricardo Oggioni e pela policial instrutora Fátima Pires Alves Cristophori, que entregaram os diplomas aos alunos.

"Vale destacar a importância da parceria entre a PMERJ e a Secretaria SEMED para que o Programa seja realizado com sucesso, pois a Polícia Militar apresenta o policial capacitado juntamente com o material didático e a Secretaria abre as portas das escolas, acolhendo o policial Instrutor e adequando os horários das aulas, viabilizando assim, a aplicação do conteúdo e instruções do Proerd", explicou Oggioni.

"Esse trabalho é muito importante para a evolução da educação do nosso município. Não queremos formar apenas futuros profissionais de sucesso, mas também cidadãos conscientes" disse Priscila Verdan, secretária interina de Educação.
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Boatos no WhatsApp causaram a morte de 27 pessoas em dois meses na Índia

quarta-feira, julho 04, 2018
O fenômeno das "fake news" - notícias falsas que se espalham pelas redes sociais - continua gerando graves consequências no mundo real. Cinco pessoas foram assassinadas na Índia no último fim de semana devido a boatos compartilhados por WhatsApp.

Segundo o jornal Times of India, as cinco vítimas foram linchadas até a morte no vilarejo de Rainpada, no estado de Maharashtra, na última semana. Uma corrente no WhatsApp dizia que havia traficantes de crianças na região, e uma das pessoas linchadas foi vista conversando com uma garota na rua.

O caso é apenas o mais recente numa epidemia de linchamentos motivados por boatos sem fundamento no WhatsApp que acomete regiões mais pobres da Índia. Nos últimos dois meses, 27 pessoas morreram em casos semelhantes no país.

Autoridades locais tentam controlar a propagação de fake news pelo WhatsApp, mas não têm tido muito sucesso. O jornal The Washington Post informa que um palestrante contratado para educar uma vizinhança sobre os riscos desses boatos acabou assassinado na última quinta-feira, 28, no estado de Tripura.

O fenômeno não é novidade, mas tem ficado pior à medida em que mais pessoas ganham acesso à internet por meio de apps como Facebook e WhatsApp. A situação é particularmente mais grave em regiões pobres, como vilarejos isolados na Índia e outros cantos da Ásia.

Em março deste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que 650 mil pessoas da minoria islâmica rohingya foram expulsas do país asiático Mianmar e tiveram que cruzar a fronteira com Bangladesh devido a ameaças impulsionadas por fake news no WhatsApp.

No Brasil, o caso mais famoso é de maio de 2014, quando uma dona de casa foi confundida com uma sequestradora de crianças e espancada até a morte no Guarujá, litoral de São Paulo. O linchamento foi promovido por causa de um boato espalhado no WhatsApp.

O Facebook, dono do WhatsApp, diz que tem tentado fazer a sua parte, mas a natureza do aplicativo, que permite a troca de mensagens criptografadas de ponta a ponta, impossibilita que o conteúdo que circula por ali seja controlado pela empresa ou autoridades.

"O WhatsApp está trabalhando para esclarecer quando os usuários receberam informações que foram encaminhadas e para fornecer controles para os administradores de grupo, com o intuito de reduzir a disseminação de mensagens indesejadas em chats privados", disse Carl Woog, um porta-voz da empresa, ao Washington Post. "Estamos trabalhando com várias organizações para intensificar nossos esforços de educação, para que as pessoas saibam como detectar notícias falsas e fraudes circulando online."
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