Itaperuna Notícias

Últimas

banner guia

Post Top Ad

segunda-feira, março 27, 2017

Sexto caso de febre amarela é confirmado no estado do Rio

segunda-feira, março 27, 2017 0
Um caso de febre amarela foi confirmado hoje (27) pela Secretaria Estadual de Saúde na cidade de São Fidélis, na região norte do estado do Rio de Janeiro. A secretaria não informou o estado de saúde do paciente diagnosticado, nem quaisquer dados pessoais.

Com a confirmação, São Fidélis é o segundo município do estado a registrar a ocorrência da doença. Cinco casos foram confirmados em Casimiro de Abreu, na Baixada Litorânea, onde houve uma morte por febre amarela.

Segundo a secretaria, teve alta hoje do Instituto Estadual de Infectologia São Sebastião o morador de Casimiro de Abreu Jairo Bochorny, que estava internado desde semana passada.

Em sua página na internet, a Prefeitura de São Fidélis informa que o paciente é um homem jovem, morador da localidade de Vila dos Coroados. Ele teria adquirido a doença em um acampamento em Santa Maria Madalena, nos arredores do Parque dos Desenganos.

O paciente chegou a ser internado no Hospital Armando Vidal, em São Fidélis, no último dia 16. Ele apresentava febre e dores no corpo, mas se recuperou e teve alta na última sexta-feira (24). Segundo a prefeitura, ele passa bem.

Alta de pacientes

A Secretaria Municipal de Saúde de Casimiro de Abreu informou que, assim como Jairo, outras três pessoas que tiveram a doença confirmada na cidade já tiveram alta. O quinto paciente confirmado foi Watila Santos, que morreu em decorrência da virose.

Quatro casos suspeitos da doença na cidade estão em investigação no Laboratório Noel Nutels (LACEN), no Rio de Janeiro. Dois pacientes estão internados no Hospital dos Servidores do Estado, na capital.

Segundo a secretaria municipal, 43.370 pessoas já foram imunizadas contra a doença em Casimiro de Abreu.

Vacinação na capital

A vacinação contra a febre amarela começou hoje em 233 unidades de saúde na capital fluminense, onde a vacina passa a fazer parte da rotina de imunização. A campanha está sendo feita em mais 64 municípios do estado.

Desde o início do ano, o município do Rio já havia imunizado 400 mil pessoas até sábado, quando houve uma mobilização que conseguiu vacinar 213 mil pessoas em centros municipais de saúde e clínicas da família.

Fonte: Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil
SAIBA MAIS >

"Pupilo" de Gattuso, ex-Flu, Léo Itaperuna ressurge na Suíça e sonha com retorno ao Brasil

segunda-feira, março 27, 2017 0
Léo Itaperuna segue aquela linha de jogadores que saíram do interior ainda meninos para tentar a vida em uma cidade grande e que precisaram ressurgir diversas vezes para o esporte. Natural do município da Região Noroeste Fluminense que passou a usar como "segundo nome", ele chegou bem perto de se tornar apenas mais um na estatística dos milhares de atletas que viram o sonho de viver do futebol dar espaço para a frustração - e até mesmo para a falta de independência financeira. Mas persistiu.

- Cheguei ao Fluminense em 2005. Na época de infantil fiz uma peneira que acontecia toda segunda. Fui aprovado, mas depois tive uma lesão em minha cidade jogando entre meus amigos, onde muitos achavam que eu não conseguiria mais jogar futebol. Mas, graças a Deus, dei a volta por cima e, quando voltei para o Flu, já voltei no primeiro ano de juvenil - recorda.

Mas esta não foi a única provação encontrada pelo atacante. Revelado pelo Flu em uma geração que tinha nomes como Tartá, Alan, Maicon, Fernando Bob, Fábio, Rafael, entre outras então promessas de Xerém, ele conseguiu atuar pelos profissionais e até mesmo marcar gol - diante do Figueirense, em 2007, pelo Brasileiro. Mas quando tudo parecia encaminhado, viu-se novamente frente a frente com as complicações de seguir uma carreira profissional por conta da "concorrência de peso" na equipe principal.

Na época, os jovens não tinham tanto espaço no Fluminense como atualmente, em que Xerém forma a base do time. O clube recebia altos investimentos no futebol da então patrocinadora e estava prestes a entrar em um dos períodos mais vitoriosos de sua história.

- Eu era bem jovem quando subi para o profissional de vez, em 2008. O time era patrocinado pela Unimed, isso dificultou muito para nós, da base. Por exemplo, na minha posição tinha o Somália, o Washington, o Rafael Moura, o Leandro Amaral, o Dodô... era complicado - lembra.

Diante da falta de espaço e até mesmo de oportunidades nas Laranjeiras, o jovem de Itaperuna se tornou andarilho e passou a ser emprestado para outras equipes para ganhar experiência. Foi então que em 2012, já fora do Fluminense desde o fim do ano anterior após uma saída conturbada, que tudo mudou. Quando o fim do sonho de ganhar a vida com a bola nos pés parecia mais uma vez próximo, ele se agarrou à chance de atuar no Arapongas, do Paraná, e conseguiu garantir um futuro melhor. Afinal, os gols no clube lhe abriram portas da Europa.

E foi aproveitando as oportunidades que no mesmo ano ele desembarcou no Sion, time da Suíça em que conquistou espaço e atua até hoje. Por lá, foi apresentado junto com um jogador - conhecido pelas polêmicas - que acabaria contrariando os prognósticos para se tornar uma referência e até mesmo um "professor": Gennaro Ivan Gattuso, ídolo no Milan e campeão mundial pela Itália em 2006.

- O Gattuso foi um cara que me ensinou muita coisa devido a sua vasta experiência. É uma pessoa que levarei para o resto da minha vida. Era um jogador que eu e todo grupo se espelhava, era extremamente profissional, correto e de bem com a vida. Foi uma bela experiência, ele era muito nervoso dentro de campo, sempre com muita vontade, disposição, mas todo mundo entendia a sua vontade de vencer - declarou Léo Itaperuna sobre o italiano, que era seu companheiro de quarto antes de se tornar treinador.

Hoje, aos 27 anos, com quatro temporadas no Sion e uma passagem pelo Suwon Bluewings da Coréia do Sul no currículo, Léo Itaperuna está em fim de contrato na Europa - o vínculo vence no fim da atual temporada. Com a vida estabilizada e com propostas, o jogador não esconde a vontade de retornar para "casa".

- Devido a esses anos aqui (na Suíça), sinto que preciso respirar novos ares. Apareceram uns clubes da Suíça e dois do Brasil, mas estou em fase de negociação pelo fato do meu contrato acabar agora em junho. Mas entrego nas mãos de Deus, ele sabe o melhor para mim - disse o jogador, em entrevista sobre a carreira que você confere na íntegra abaixo.

O pontapé inicial

Cheguei ao Fluminense em 2005. Na época de infantil fiz uma peneira que acontecia toda segunda-feira no clube, no qual fui avaliado pelo Edvaldo Cavalo e Marcos Aurélio. Fui aprovado, mas depois tive uma lesão em minha cidade jogando entre meus amigos, onde muitos achavam que eu não conseguiria mais jogar futebol. Mas, graças a Deus, dei a volta por cima e, quando voltei para o Flu, já voltei no primeiro ano de juvenil. Aí ganhei a confiança do treinador, depois fui ganhando confiança, fui fazendo gols. Disputei duas vezes a Copa São Paulo de Júnior e cheguei ao profissional. Minha saída ocorreu em 2011, tinha voltado de um empréstimo, onde eu tinha disputado Carioca pela Cabofriense. Quando retornei, o treinador da época (o Abel) disse que não contava comigo e mais alguns jogadores, assim acabou meu ciclo com o Fluminense.

A primeira vez é inesquecível

O meu primeiro gol foi em 2007 contra o Figueirense no Orlando Scarpelli, o jogo ficou 2 a 0. Foi uma noite inesquecível. Quando marquei aquele gol, passou muita coisa na minha cabeça. Foi um jogo que nunca vou me esquecer, vou contar para os meus netos. O primeiro gol a gente nunca esquece, foi especial. Agradeço sempre a Deus por estar ali no momento certo e na noite certa naquela partida. Foi uma noite inesquecível.

Geração que vingou

Nossa, são muitas lembranças, muitas histórias. Aquela geração era muito boa, foi uma pena que poucos conseguiram chegar ao profissional. Só tenho lembranças boas do período da base, foi nesse período que fiz muitos amigos, que converso com eles até hoje. Foi uma geração muito boa, lembro bem daquela geração que tinha o Tartá, o Alan, que está na China. Tinha o Maicon, atacante que hoje está na Russia. Os irmãos gêmeos Fabio e Rafael, que jogaram no Manchester United. Digão, zagueiro, que hoje está na Arábia. Sandro, zagueiro que hoje está no Ceará. O Fernando Bob, da Ponte Preta, entre muitos outros que estão bem hoje, graças a Deus. Nossa geração foi uma geração vencedora, ganhamos bastante coisa.

Concorrência pesada

Eu era bem jovem quando subi para o profissional de vez, em 2008. O time era patrocinado pela Unimed, isso dificultou muito para nós, da base. Por exemplo, na minha posição tinha o Somália, o Washington, o Rafael Moura, o Leandro Amaral, o Dodô... era complicado. Mesmo assim, consegui chegar até lá, consegui jogar, fazer gols, mesmo com poucas oportunidades. Essa experiência de 2008 me fortaleceu, aprendi muito com esses jogadores.

O TS3 Monstro

Thiago é e era um jogador na época que todos se espelhavam, boa pessoa, excelente profissional. Não tinha uma relação de amizade de ir na casa dele e ele na minha, mas tínhamos boa relação como colegas de trabalho. E hoje posso dizer que foi um prazer jogar com ele, um dos melhores zagueiros do mundo, sempre que posso acompanho os jogos dele.

Amizade com Marinho, o "doidinho"

Minha convivência com o Marinho (ex-Flu e atualmente Changchun Yatai-CHI) até hoje é muito boa. Até hoje nos falamos, sempre falo com ele antes dos jogos ou quando eu e ele estamos de folga. Ele sempre foi meio doidinho, mas é um excelente amigo, sempre falava algumas merdas, mas sempre jogou muita bola e sempre foi muito profissional. Merece muito o sucesso que está tendo. Tem algumas histórias, mas ele não deixa contar (risos).

O adeus e a gratidão

Minha saída do Flu foi um pouco tumultuada devido ao meu empresário, que trabalhava antigamente comigo, não se dar bem com o diretor da época. Aí o Abel Braga chegou e disse que o grupo tava inchado. Ele separou um grupo de sete jogadores no qual eu fazia parte. Mas saí do Flu de cabeça erguida, sem nenhuma mágoa, muito pelo contrário. O Fluminense me ajudou muito, sou grato ao Fluminense para sempre. No final foi bom pra mim, depois fui para outro clube, fui vendido e hoje estou aqui, estou bem, graças a Deus.

O caminho para o Velho Continente

Em 2012 eu fui para um time do estado do Paraná, o Arapongas E.C. Lá a minha carreira começou a alavancar. Eu usei tudo que eu havia aprendido nesses anos de Flu e 2012 foi um ano maravilhoso. Fui vice-artilheiro paranaense, conquistamos vaga na Série D, fomos campeões do interior, foi um ano inesquecível também. Depois tive proposta para ficar no Brasil, mas escolhi a Suíça pelo tempo de contrato e pelo fato de eu querer jogar em solo europeu. Em maio de 2012, cheguei na Suíça. Já estou há 5 anos aqui, já estou totalmente adaptado com as culturas, com o idioma. Falo francês fluente e minha família também já se adaptou.

Ensinamentos de um polêmico

O Gattuso foi um cara que me ensinou muita coisa devido à sua vasta experiência. É uma pessoa que levarei para o resto da minha vida. Era um jogador que eu e todo grupo se espelhava, era extremamente profissional, correto e de bem com a vida. Dei sorte que no dia da minha apresentação era a dele também. Ficamos no mesmo quarto do hotel, fazíamos curso de francês juntos, almoçávamos juntos. Foi uma bela experiência, ele era muito nervoso dentro de campo, sempre com muita vontade, disposição, mas todo mundo entendia a sua vontade de vencer. Era um jogador renomado que respeitava todo mundo. Um dos meus melhores anos foi jogando ao lado dele, foi um ano marcante e eu me sinto honrado em ter jogado ao lado dele.

Passagem pela Ásia antes de retornar à Suíça

Na Coreia foi um pouco difícil para a adaptação pelo fato do idioma, cultura, dificuldade de comunicação. Tudo dependia do tradutor e isso me atrapalhou, mas foi uma boa experiência. Fiz gols, disputei a Champions League da Ásia. Em geral, aprendi muita coisa que levarei para o resto da minha vida, depois fui para a China e fiz uns golzinhos também, depois retornei à Suíça.

Futuro em aberto

Devido a esses anos aqui, sinto que preciso respirar novos ares. Apareceram uns clubes da Suíça e dois do Brasil, mas estou em fase de negociação pelo fato do meu contrato acabar agora em junho. Mas entrego nas mãos de Deus, ele sabe o melhor para mim.

Fonte: Juan Andrade e Gustavo Garcia - GloboEsporte.com
SAIBA MAIS >

Rio vacina população contra febre amarela em 233 unidades de saúde

segunda-feira, março 27, 2017 0
Tânia Rêgo/Agência Brasil
O município do Rio de Janeiro começou hoje (27) a vacinar a população contra febre amarela em 233 unidades básicas de saúde. A medida é preventiva e faz com que a vacina passe a fazer parte da rotina de imunização da cidade, que ainda não registrou casos da doença.

Antes das 8h, filas se formaram em unidades de saúde. No centro da cidade, O Centro Especial de Vacinação Dr. Álvaro Aguiar tinha cerca de 30 pessoas aguardando do lado de fora por volta de 9h. A velocidade com que a fila andava, entretanto, surpreendeu quem tinha chegado cedo para se vacinar.

A professora Suzana Cavalcanti chegou às 7h45 na unidade de saúde e deixou o local antes das 9h, já imunizada. "Achei que a espera ia ser mais longa", disse ela, que elogiou o serviço: "Nenhum transtorno. Vim por precaução, mas não estou preocupada".

Mãe de dois filhos, a secretária Emanuelle Sabino chegou às 8h e ainda aguardava do lado de fora por volta de 9h. Apesar disso, ela considerou a espera tranquila e disse que pretende levar os filhos para a imunização ainda nesta semana.

"A minha família é de Silva Jardim, e as pessoas de lá já estão se vacinando. Como eu e meus filhos estamos sempre lá, vamos nos vacinar logo", disse ela, que mora em São João de Meriti.

A dona de casa Antonia Isalene também é mãe de dois filhos e foi com eles no primeiro dia de vacinação ao Centro Municipal de Saúde Salles Netto, no Rio Comprido. Ela chegou pouco antes das 8h e conta só ter esperado 15 minutos do lado de fora.

"O atendimento foi bem rápido. A gente ficou 15 minutos esperando, e lá dentro aguarda um pouco e preenche uma ficha. Mas foi rápido", conta ela. "Imunizar logo é bem melhor. Não quero correr nenhum risco, não".

A vacinação em 233 unidades de saúde foi antecipada no último sábado na rede municipal do Rio de Janeiro. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 213 mil pessoas foram imunizadas apenas no fim de semana, elevando para 400 mil o total de doses aplicadas desde o início do ano na cidade.

A partir de hoje vacinação contra a febre amarela é feita das 8h às 17h nos dias de semana, e de 8h as 12h aos sábados.

A vacina não é recomendada para gestantes, lactantes, crianças de até 6 meses e idosos com mais de 60 anos. Também não deve ser aplicada em pessoas com alergia a ovo, portadores de doenças autoimunes, pessoas em terapias imunossupressoras, transplantados de medula óssea, com histórico de doença do timo e com problemas neurológicos de natureza desmielizante, como Síndrome de Guillain-Barré e ELA.

Fonte: Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil
SAIBA MAIS >

sábado, março 25, 2017

STJ concede habeas corpus que autoriza prisão domiciliar de mulher de Cabral

sábado, março 25, 2017 0
A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu habeas corpus permitindo que Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sergio Cabral, fique em prisão domiciliar. A decisão foi divulgada pelo tribunal na noite desta sexta-feira (24).

Adriana está presa no Complexo Prisional de Bangu, acusada de envolvimento em crimes de corrupção praticados pelo seu marido e outras pessoas, inclusive com a utilização de seu escritório de advocacia para receber altas quantias de propina.

Ela havia recebido o benefício de prisão domiciliar no dia 17, em decisão do juiz federal Marcelo Bretas, mas a medida havia sido cassada, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

Os advogados de Adriana recorreram ao STJ, que decidiu em caráter liminar pela saída dela de Bangu. O motivo alegado pela defesa é que ela tem dois filhos menores de idade para cuidar, de 11 e 14 anos, que estão privados da convivência de ambos os pais, pois Cabral também está preso.

Fonte: Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
SAIBA MAIS >

sexta-feira, março 24, 2017

Prefeito e Secretário de Educação de Itaperuna se reúnem com Ministro da Educação em Brasília

sexta-feira, março 24, 2017 0
O prefeito de Itaperuna, Dr. Marcus Vinícius, e o secretário de Educação Professor França Bombeiro, se reuniram na manhã desta sexta-feira (24) no Ministério da Educação, com o ministro Mendonça Filho. Esteve presente também na ocasião o Deputado Federal Sóstenes Cavalcante.

Dr. Vinícius e França estão em Brasília captando recursos para a Educação do município.

Fonte: DECOM
SAIBA MAIS >

Aulas gratuitas de Artes Marciais no Poliesportivo de Itaperuna

sexta-feira, março 24, 2017 0
Judô e Jiu-Jitsu: A filosofia das Artes Marciais ao alcance da população no Poliesportivo de Itaperuna

Uma iniciativa da Prefeitura de Itaperuna, através da Secretaria de Esporte e Lazer, colocou à disposição de crianças, jovens e adultos, aulas gratuitas de Judô e Jiu-jitsu no Centro Poliesportivo Edgard Pinheiro Dias.

Para se matricular o interessado deverá se dirigir a Secretaria de Esporte e Lazer no próprio Centro Poliesportivo, levando xérox da identidade e comprovante de residência. Menores de idade, acompanhados do responsável, devem apresentar o comprovante de residência e a Certidão de Nascimento do aluno. O Kimono será cedido pela Secretaria de Esporte e Lazer no dia da primeira aula.

"O importante nas artes marciais não é a luta, mas o trabalho de socialização que é feito através dessas aulas, afinal, não são em poucos meses que se faz um atleta. É um trabalho de anos", disse o Mestre de Judô Wanderley Cordeiro de Lima, que há 34 anos se dedica ao ensino das artes marciais.

JUDÔ:
Segundas e quartas-feiras: às 9:00h / 15:00h / 20:30h (Professor Wanderley Cordeiro)

JIU-JITSU:
Terças e quintas-feiras:  às 9:00h / 19:00h – Sexta-feira: às 15h e 18:30h (Professor João Almeida).

Fonte: DECOM
SAIBA MAIS >

Post Top Ad